Entendam, eu sou completamente á favor de debates, discussões de idéias. Mas uma coisa que eu faço questão é que o argumento tenha um mínimo de inteligência.
Nas discussões religiosas então é um espetáculo, cerca de 99% dos argumentos são ridículos.
Ah, não estou falando só de evangélicos ou católicos. Estou falando de todos. Os ateus estão espetacularmente idiotas ultimamente.
Não quero defender nenhuma parte, mas olha o argumento deste padre.
Ele fala de religião humilde, quando as paróquias do mundo são adornadas com ouro, nas igrejas de Ouro Preto você vê a opulência em todo lado, as riquezas do Vaticano são absurdas!
Pô, seu padre, estudou tanto pra usar um argumento desses? Pelo amor de Deus.
Ah! Em tempo. Eu fico chateado até quando alguém defende algo que eu acredite e apoie, usando um argumento estupido.
“DESESPERO é o preço pago pelo auto-conhecimento“,
DECEPÇÃO é o preço pago por CONHECER outrem.
…
Tente não olhar minhas palavras de forma rasa. Bom, quanto a Nietszche, se você acha que ele é superficial, este post não é pra você.
[Este texto foi publicado originalmente em 02/12/2010]
Quero começar dizendo que sou fã do Jovem Nerd, não só do site, mas da pessoa.
Conheci o Nerdcast em 2006, quando publicaram o episódio 10 e, desde então raramente perdi uma sexta-feira.
Foi muito legal ver o site crescendo, cada vez com temas mais legais, a qualidade do som melhorando, ganhando credibilidade. Vibrei no episódio 46, quando conseguiram entrevistar o Nelson Machado, e com a declaração do Azaghal “é inacreditável, mas nós estamos com uma celebridade”.
A identificação com os temas nos faz vibrar com as conquistas. Nerdstore abriu, literalmente vestimos a(s) camisa(s). É legal ver quem gostamos e admiramos progredindo.
Case de sucesso atrás do outro, Nerdpower bombando! Nós nerds realmente exultantes com tantas vitórias.
Com tanta “proximidade” e admiração me sinto confortável em falar sobre algo que realmente chateou muitos nerds, a mim, principalmente.
JN apostou na Batalha do Apocalipse e nerds correram pra comprar. Sucesso absoluto, a história é fantástica. Primeira tiragem evaporou. Pouco depois pré-venda, e mais uma pilha de livros foram consumidos por nós.
Cara, eu vibrei muito com isso, até que saiu uma outra tiragem, com modificações, final reescrito, etc.
O tempo passou e várias modificações foram feitas. Hoje o livro tem “timeline”, castas, glossário, o que é importante devido a complexidade da história, capítulos extras e sei lá mais o que.
O sentimento que eu e várias pessoas que falei temos, é que: nós que prestigiamos o empreendimento, que acreditamos, demos força e fizemos os números ficarem visíveis para as editoras, PERDEMOS.
Não estou falando que é ERRADO melhorar um produto, isso é louvável e até admirável, mas, pô, distribuam, sei lá como, um complemento em PDF, impresso, promovam um desconto interessante nas edições especiais.
Quando dei o meu exemplar para o Eduardo Spohr autografar, ele comentou “Caramba, essa é a edição ‘root’, ninguém mais tem essa”.
Tenho vontade de comprar a Edição Especial, mas confesso que estou com a sensação de que daqui a alguns meses sairá outra “extra especial mega power” com mais coisas ainda.
Quero o glossário, quero ter acesso às alterações e não estou falando que quero de graça, mas comprar OUTRO, com preço FULL?
Estou ciente que o controle dos livros não está mais na mão da NerdBooks, mas, a sensação que fica é que não fiz um bom negócio.
Uma amiga me chamou de machista porque eu postei algumas matérias “contra” as mulheres. Ela até me falou de estatísticas provando que os homens dirigem pior que as mulheres.
Bom, ela não entendeu nem escutou quando falei que tem muita mulher que dirige bem, mas que o numero das bobagens feitas por mulher é grande.
Então ela me dasafiou a colocar um vídeo mostrando homem fazendo barbeiragens. OK, lá vai.
Esse cara é uma vergonha para a classe masculina, não consegue dirigir em frente, faz coisas assustadoras.
Me envergonho dele.
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